domingo, 30 de março de 2014

Os olhos do cego

Disse, certa vez, Jesus, fazendo referência a cegueira espiritual dos escribas e fariseus, que guiavam o povo de Deus: Pode, porventura, um cego guiar outro cego? Não cairão ambos na cova? E por que atentas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Ou como podes dizer a te irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão (Lucas 6.39,41,42).
O pior dos cegos é aquele que, enxergando, não consegue perceber o perigoso caminho por onde anda; é aquele que, vendo, não consegue interpretar a realidade da vida, porque sua visão está desfocada pelas fantasias pessoais ou pelas ilusões mundanas; é aquele que vê o defeito dos outros, mas não enxerga os seus próprios erros.
Oremos, neste dia, pedindo ao Senhor que abra os nossos olhos espirituais, para que enxerguemos a realidade como Ele a vê, a fim de desviramo-nos do abismo que nos levará à morte e ao distanciamento eterno de Deus. Peçamos: Atenta em mim, ouve-me, ó Senhor, meu Deus; alumia os meus olhos para que eu não adormeça na morte (Salmo 13.3). Certamente o Senhor nos responderá: Instruir-te-ei e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos (Salmo 32.8)

Fonte: Palavra de Vitória 2 (Editora Central Gospel) 

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