"E claro que o próprio Cristo escreveu essa carta e a enviou por meio de nós". (1 Coríntios 2:3)
A Corinto dos dias de Paulo se mostrava uma cidade imponente, rota de comerciantes e um forte centro religioso. Segundo os historiadores, Corinto era uma metrópole com 500 mil habitantes;porém, quando o apóstolo ali chegou, não havia nem sequer um discípulo de Cristo. Durante 18 meses ele anunciou o Evangelho, sendo que "muitos creram e foram batizados" (Atos 18:8). Anos depois, atuando em outras frentes missionárias, Paulo escreve uma carta aos coríntios, lembrando-os de que eles eram cartas de Cristo.
a) uma carta personalizada: os convertidos de Corinto não podiam ignorar o histórico de beberrões e idólatras, mas depois que abraçaram o Evangelho eles traziam consigo o nome do Senhor Jesus;
b) uma carta pública: Paulo lembra que eles se tornaram uma carta "para ser conhecida e lida por todos" (2 Coríntios 3:2). Não tem este negócio de cristão anônimo, pois Jesus ensinou: "Se alguém afirmar publicamente que é meu, então o Filho do Homem também afirmará diante dos anjos de Deus, que essa pessoa é dele" (Lucas 12:8).
c) uma carta permanente: como foi escrita esta missiva? O apóstolo explica: "Ela não foi escrita com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo; ela não está gravada em placas de pedra, mas em corações humanos" (2 Coríntios 3:3). Ninguém pode apagar o que Cristo, por meio do Seu Espírito, escreveu em nossos corações;
d) uma carta sobrenatural: trata-se de um texto escrito pelo "Espírito do Deus vivo" (2 Coríntios 3:3). A conversão não ocorre como resultado de um método de evangelização ou pela força de uma instituição religiosa. Na conversa com Nicodemos, O Mestre foi enfático: "A pessoa nasce fisicamente de pais humanos, mas nasce espiritualmente do Espírito de Deus" (João 3:6).
Se somos cartas de Cristo, o que o mundo está lendo em nós?
Fonte: Momentos com Deus (SBN Editora)
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