quarta-feira, 16 de abril de 2014

O sacrifício perfeito

Cristo foi crucificado exatamente na semana em que os judeus comemoravam a Páscoa. Mera coincidência? De maneira alguma. Deus amou o mundo de maneira tão grandiosa que enviou o Seu Unigênito  para morrer por nossos pecados (João 3.16), tornando-o, assim, o nosso Cordeiro pascal.
Às vésperas da saída de Israel do Egito, o Senhor instituiu a Páscoa, consolidando, por meio desta festividade, a Sua presença no meio do povo de Israel. No entanto, sendo a lei a sombra dos bens futuros e não a imagem exatas das coisas, os sacrifícios continuamente oferecidos no Antigo Testamento jamais poderiam libertar-nos do pecado e resgatar-nos para Deus (Hebreus 10.1)
Por isso, Cristo revelou-se ao mesmo tempo como o Cordeiro que tira o pecado do mundo (João 1.29,36) e como o Sumo Sacerdote dos bens futuros (Hebreus 9.11), abençoando-nos com a Sua Vida. Por meio do maior  e mais perfeito sacrifício, Ele venceu a morte e entrou no tabernáculo celestial para interceder por nós.
Neste dia, glorifiquemos a Deus que, com Sua graça tão inefável, livrou-nos da ira vindoura, da Grande Tribulação, do abismo eterno, e garantiu-nos uma coroa de glória eterna e incorruptível no céu. Louvemos ao Senhor Jesus, que se fez pecado por nós, morrendo em nosso lugar e garantindo-nos perdão, restauração e vida eterna.

Fonte: Palavra de Vitória 2 (Editora Central Gospel)

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