No mês em que costumamos comemorar a Páscoa, muitas pessoas saem às ruas para comprar ovos de chocolate e peixes para a festa religiosa que relembra a Paixão e a ressurreição de Jesus. Contudo, a Páscoa comemorada pelo mundo contemporâneo nada tem a ver com a festividade judaica e com o novo sentido atribuído a ela por Jesus, na Ceia que Ele comeu com Seus discípulos (Marcos 14.12-26).
Em hebraico, a palavra páscoa significa passagem, uma alusão á passagem do anjo do Senhor pelo Egito, ferindo com morte os primogênitos (Êxodo 12.12), antes de Israel sair de lá. Assim, a Páscoa, símbolo de libertação, redenção, foi instituída por Deus, devendo ser observada anualmente por Israel. Um cordeiro sem mácula deveria ser observada anualmente por Israel. Um cordeiro sem mácula deveria ser sacrificado e repartido entre os familiares, que o comiam com ervas amargosas e pães asmos (Êxodo 12.1-20).
Jesus, o Cordeiro pascoal, foi morto à tarde do dia 14 do primeiro mês do calendário judaico, como previa a lei (Levítico 23.5). Por isso, Paulo falando aos coríntios, disse: Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa não com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade (1 Coríntios 5.7,8). Portanto, o cristão deve celebrar a Páscoa do Senhor apresentando a Deus uma vida santa e agradável; um culto racional, sem hipocrisia, uma vez que foi liberto e redimido para uma nova vida de amor e santidade.
Fonte: Palavra de Vitória 2 (Editora Central Gospel)
Fonte: Palavra de Vitória 2 (Editora Central Gospel)
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