"Amazias tinha se apresentado de livre e espontânea vontade para servir ao Deus Eterno". (2 Crônicas 17:16)
Amazias aparece com uma única citação no texto bíblico. Apenas um versículo das Escrituras Sagradas é dedicado ao chefe do exército do rei Josafá e comandante de duzentos mil soldados. Mas que citação!
Com efeito, existem pessoas de quem se fala pouco, no entanto valem muito. Há outros de quem se fala muito, contudo valem tão pouco.
A atitude espontânea de Amazias em servir ao Senhor nos leva a considerar quadro modalidades de serviço no Reino de Deus.
Primeiro, o serviço devocional. Trata-se da sua comunhão particular com Deus, como lembra o apóstolo Paulo: "Meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele" (Romanos 12.1).
Segundo, o serviço sacerdotal. Lutero fez desta verdade o brado da Reforma: "Cada crente é um sacerdote!". Na antiga Aliança, o sacerdote deveria interceder pelo povo e interrogar a vontade de Deus para a nação; no novo Pacto, o apóstolo Pedro aconselha: "Deixe que Deus os use na construção de um templo espiritual onde vocês servirão como sacerdotes consagrados a Deus. E isso para que, por meio de Jesus Cristo, ofereçam sacrifícios que Deus aceite" (1 Pedro 2:5).
Terceiro, o serviço promocional. Sim, nos estamos por aqui para promover o Reino. Nosso Senhor ordenou: "Vão pelo mundo inteiro e anunciem a Boa Notícia do Evangelho a todas as pessoas" (Marcos 16:15).
Quarto, o serviço celestial. Este, é claro, trata-se de um aspecto vindouro, mas não podemos esquecer de que o céu é um lugar de atividade constante. Na ilha de Patmos, João vislumbrou o palco celestial, e o que ele viu? "Eles estão de pé diante do trono do Cordeiro e o servem de dia e de noite no seu Templo" (Apocalipse 7:15)
Sirvamos ao Senhor no aqui e no agora. É sempre um bom treino para a eternidade!
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